Israel Institute of Biblical Studies

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Ebede-Meleque, o cuxita




Uma das histórias mais comoventes dessa seção narrativa (Jr 38.1-13) é o resgate de Jeremias por um oficial da corte africano chamado Ebede-Meleque ("servo do rei"). Sob pressão de seus próprios oficiais, o rei Zedequias deu-lhes permissão para prender Jeremias em um calabouço no átrio da guarda (Jr 38.1-6). Mergulhado na lama e nos próprios detritos, Jeremias foi abandonado à morte. Ele foi jogado em uma prisão imunda e vazia (Jr 38.1-3). No palácio, a pressão dos oficiais religiosos que desprezavam Jeremias, por fim, forçaram Zedequias a reenviar o profeta para um confinamento mais grosseiro.
Dessa vez, ele foi descido com cordas em uma cisterna no átrio da guarda, onde logo afundou em uma grossa lama no fundo (Jr 38.1-6). Porém, um oficial da corte de origem africana, um cuxita da Etiópia, propôs-se a resgatar o profeta. Ebede-Meleque arriscou a própria vida insistindo para que Jeremias fosse liberto e tratado de forma mais humana (Jr 38.7-10). Por fim, o etíope, Ebede-Meleque persuadiu Zedequias a tirá-lo daquele lugar horrível. Foi preciso 30 homens para tirá-lo da cisterna. Ele foi levado novamente à prisão do palácio (Jr 38.7-13).
Nessa história, o etíope dedicou-se ao resgante do profeta e, mais tarde, foi salvo por sua intervenção (Jr 39.13-18). Na história oposta de Atos 8.26-39, o profeta e evangelista Filipe foi ao auxílio de um oficial etíope na estrada para Gaza. Ele ouviu-o ler o texto de Isaías 53 e conduziu-o à fé em Jesus como o Messias prometido.

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